Um determinado estabelecimento comercial tinha um atendimento excelente. Até que a proprietária do local passou a atender, junto com os funcionários. A partir daí, tudo piorou. Isso mesmo: a dona estragou a relação com os clientes, pela forma ríspida de agir.
“Após o Muro de Berlim, caiu mais um muro: Wall Street”. Essa frase, do antropólogo Jaci Rocha Gonçalves, faz referência à crise econômica mundial. A palavra inglesa “wall”, para quem não sabe, quer dizer “muro”, “parede” ou coisas afins. Já Wall Street é a rua em que se localiza o Distrito Financeiro de Nova York. Isso inclui a Bolsa de Valores dos Estados Unidos.
Declaração do professor doutor Jaci Rocha Gonçalves:
A conferência sobre racismo foi um desastre. De repente, o presidente do Irã começou a falar o que eles não queriam ouvir. Era a versão dele. E aí muitos chefes de Estado se levantaram e foram embora. Por que não usaram o mesmo microfone?
As mensagens colocadas ao lado do nome dos contatos do Windows Live Messenger (vulgo MSN) deveriam ser objeto de estudo. Não sou psicólogo, mas lanço uma teoria sobre o assunto: essas frases são muito mais do que simples informações que um usuário quer passar para o colega.
Na verdade, elas expressam sentimento. Tenho a teoria de que as pessoas não conseguem ver o nome delas assim, sozinho. Fica uma coisa incompleta. “José da Silva” não basta. Tem que ser “José da Silva – Inconformado…”.
Inconformado com o quê? Ora, não é da conta das pessoas. Mas, então, por que divulgar? Porque esse é o estado de espírito dele. Apenas o nome não representa o que ele é. Ou melhor: a maneira como ela está naquele momento.
Eu defendi a convocação de Ronaldo em 2006. Naquela época, acho que ele merecia uma colher de chá por tudo o que já havia feito pelo futebol brasileiro. Era uma questão de respeito. Fora de forma, o atacante é melhor do que muitos “magrinhos”.
A atuação do craque pelo Corinthians não é surpresa para mim. É claro que ainda está cedo para uma convocação. Porém, acredito que é possível, sim, que Ronaldo vá para a Copa de 2010 na África do Sul. Os amantes do futebol agradecem o retorno…
Abaixo, os gols da primeira partida da final do Campeonato Paulista de 2009. Santos 1 x 3 Corinthians.
Abaixo, os trechos que mais me chamaram a atenção no texto Estresse no Supremo, do jornalista Kennedy Alencar. É sobre a discussão entre os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa.
* O ministro Joaquim Barbosa foi agressivo? Sim. Mas o ministro Gilmar Mendes não é nenhum ingênuo. Sabe se defender muito bem.
* É um erro demonizar Mendes. Ele é um homem sério, que age de acordo com as suas convicções. No entanto, é legítimo discordar de atitudes do presidente do Supremo.
* Não é recomendável cobrar dos homens um comportamento de santos. Só estimula hipocrisia e farisaísmo. O que aconteceu está longe de ser um grave problema do Brasil. Bom que Mendes e Barbosa debatam. Deveriam dizer mais vezes o que pensam um do outro.
* Não houve uma única crise institucional. Crise institucional foi o golpe de 1964. Hoje, o Brasil é uma democracia madura, que pode muito bem suportar estresse nos poderes da República.
Trecho de (excelente) texto publicado no site Vermelho, intitulado “A merecida denúncia do racismo sionista”:
O tratamento que Israel dispensa aos palestinos é cruel, desumano, segregacionista, intolerável, como todas as manifetações de racismo. Em muitos aspectos ele repete o sofrimento do povo sul-africano sob o apartheid; basta citar o muro que Israel construiu para afastar os palestinos de seus domínios. As prisões ilegais, inclusive de crianças, as humilhações, a demolição de casas, a devastação de lavouras, o controle da água e os bombardeios indiscriminados contra a população civil palestina também lembram o sofrimento imposto aos judeus, aos comunistas, homossexuais, ciganos e aos povos dos países ocupados pelos nazistas durante a II Guerra Mundial.
Para mim, é dever de todo brasileiro assistir à discussão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), bem como conhecer tudo o que está em torno disso. Recomendo a leitura do site Conversa Afiada.
Trecho de entrevista que o ator Juca de Oliveira concedeu ao blog da jornalista Ana Paula Sousa. Destaquei em negrito o que eu mais gostei:
Em 50 anos de carreira você conseguiu identificar o que determina o sucesso?
Não existe nenhuma fórmula que determine o sucesso ou o fracasso. Às vezes, leio que uma peça minha ficou seis anos em cartaz porque eu botei uma fórmula. Se fosse assim, o cara aplicava uma fórmula e fazia sucesso dois anos.
Não há possibilidade de saber, a priori, se vai funcionar ou não. Não tem regra. Então, o que vale é a paixão do artista pelo trabalho. Se projetar o resultado, você afunda como um prego.
Quando você pode obter algum resultado? Quando está absolutamente apaixonado pelo processo do fazer e aciona forças insuspeitas dentro de você e encontra um caminho novo que estimula o público. Você encontra isso pelo amor ao processo.