Tem alguns assuntos que gostaria de comentar.
Um não tem muito a ver um com o outro, mas aí vão eles:
Em primeiro lugar, o comercial da Globo que ressalta a QUALIDADE foi oportunizado pelas próprias concorrentes (leia-se Record). Não adianta dizer que está “a caminho da liderança” e não criar condições para isso. A Record News, por exemplo, não correspondeu às expectativas.
No documentário proibido sobre a Globo e Roberto Marinho, alguém disse que o “monopólio da Globo, se há, é o monopólio da competência”. Claro que não é só isso. Houve muito dinheiro em jogo. No entanto, só agora vejo que, de certa forma, ele tinha razão.
Em segundo lugar, na semana que passou, dei uma buzinada depois que um motociclista virou a esquina em alta velocidade, sem sequer olhar para o lado. Sorte que deu tempo para reduzir a velocidade e evitar uma tragédia. A questão é que ele fez um sinal como que dissesse: “Vai bem quieto. Segue o teu rumo”.
É óbvio que ele não vai ler este post. No entanto, se eu pudesse falar com esse cidadão, diria o seguinte: “Meu filho, se eu batesse em você naquele momento, eu não sofreria nem um arranhão. Você, porém, poderia até morrer”.
Alguns motoristas parecem animais…
Bom, para encerrar, volto a falar da Rede Record. Recentemente, vi uma reportagem sobre a Dengue no Jornal da Record. A certa altura, o repórter disse, mais ou menos, assim: “Isso mostra a inoperância da Prefeitura do Rio de Janeiro”.
Pergunto: quem chegou a essa conclusão? O repórter? Espera aí, mas então é opinião… Que eu saiba, repórter não pode emitir opinião. A não ser que os professores que tive e os livros que li estavam errados. Totalmente errados.
Além disso, o espaço que deram para a Prefeitura nessa matéria foi de uns cinco segundos. A versão foi mostrada pelo apresentador, no estúdio, tipo uma nota coberta.
Os governos Estadual e Federal nada têm a ver com a Dengue? E a população?
É isso. Obrigado pelo prestígio. Até a próxima!
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